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Ferramentas do design digital #2 – Gaming Keyboards

Já falamos aqui sobre tablets para desenho digital, e agora você deve estar se perguntando: “Mas que raios que um teclado, dedicado para jogos pode servir de acessório para designers, ilustradores, animadores, etc?”

Bem, primeiro vamos explicar o que são gaming keyboards e para o que foram desenvolvidos inicialmente. Esses estranhos mini-teclados feitos para serem utilizados com uma mão tem como objetivo melhorar o desempenho dos jogadores da plataforma pc. Isso mesmo, são direcionados principalmente a jogadores profissionais competitivos, que desejam melhorar sua performance, velocidade e precisão nos games.

E o que isso tem a ver com design digital? Bem, essas incríveis ferramentas podem ser adaptadas perfeitamente para o uso dos amantes e profissionais de artes digitais, isso porquê oferecem a ergonomia, praticidade e customização necessárias para que se adapte ao uso de qualquer softwares gráficos existentes.

Pare para pensar um pouquinho em quantos atalhos diferentes você usa no Photoshop. E no Illustrator? Hmm e talvez no Corel Painter X ? Apesar de serem atalhos diferentes no teclado, muitas vezes desempenham a mesma função dentro desses softwares certo? Então imagine um acessório aonde é possível configura-lo de maneira onde uma mesma tecla possa desempenhar um comando específico em cada aplicação, gravar macros (sequência de comandos disparadas por uma só tecla), criar diferentes profiles para inúmeros softwares diferentes e tudo isso ao alcance e conforto de uma só mão!

Esses teclados de punho, além de lhe dar agilidade na produção também previnem LERs (lesões por esforço repetitivo), podem ser facilmente transportados para serem utilizados em qualquer lugar e o melhor de tudo, ainda são cool!

Customizing Your SetupEu utilizo o modelo N52TE da Belkin, mas existem outros bem interessantes como o Wolfking Warrior da Toshiba e o G13 da Logitech. Cada um com seus respectivos prós e contras, todos oferecem funcionalidades similares, como softwares para configuração dos comandos dos botões, memória interna para armazenamento de profiles, etc. O custo fica em torno de R$200, mas tem de ser importados pois são muito difíceis de se achar por aqui.

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Então você quer ser um sketcher?

Você gosta de desenhar, rabiscar e usar cores, certo? Gastava uma tonelada de sulfite por mês quando era menor, chegou até a fazer uma pastinha dos teus desenhos, realmente achava que seria um ilustrador ou, quem sabe, escrever histórias em quadrinhos quando ficasse maior?

Pois é, as coisas nem sempre se desenrolam como a gente imagina quando criança. As oportunidades mudam e o dinheiro passa a falar mais alto em algum momento. Fica frio, aconteceu comigo também. Quando a gente menos percebe, não está mais desenhando, criando, imaginando, sonhando… Quando a gente menos percebe, nosso lado direito do cérebro ta ali, pedindo ajuda… um resgate.

Criar, exercer e praticar a criatividade é extremamente importante. Nos mantem sãos, de bom humor, com a mente ativa.

Pensando nisso resolvemos criar um guia para você que deseja ou voltar a criar ou começar agora a tirar as loucuras da tua cabecinha e passar para o papel! Seja desenhando, escrevendo, fotografando, anotando, pintando, não importa! O que vale é criar!

O que eu preciso?

A ideia é que possamos colocar em prática nossa gana criativa em qualquer lugar. Até porque a vontade de desenhar, pintar, escrever pode vir a qualquer hora, nunca sabemos da onde vai vir a inspiração. Então que tal montar um kit básico de viagem? Assim teremos de maneira prática e sem ocupar muito espaço tudo o que for necessário para saciar nossa vontade, seja onde quer que for.

Papel

Embora existam diversos tipos de papel para diversos tipos de uso destintos vamos tentar mostrar aqui algo que seja “pau pra toda obra”.

O ideal é q não se utilize folhas soltas nem muito grandes se seu interesse é poder usar esse kit em qualquer lugar. Então sketchbooks (encadernados ou de brochura), normalmente no formato A4 ou menor são os ideiais. A gramatura do papel é importante. Por exemplo, 100g/m2~120g/m2 se dão muito bem com canetas nanquins e até marcadores, mas não seria muito legal para aquarelas. Se você está visando pintura, procure algo em torno de 290g/m2

Dica: No site O Projetista, os sketcbooks saem muito em conta. R$21,00 por um caderno de capadura A4, importado, com 100 folhas canson 100g/m2para a toda obra”, assim você pode deixar fluir o grande artista multi-meios que sempre sonhou.

Lápis

Estojo de lápis STAEDTLER + borracha+apontador

Lapiseiras, lápis ou minas, não importa. O que você precisa é de grafite que marque o papel certo? Embora a Faber-Castell seja a marca mais difundida aqui no Brasil, vale a pena investir em algo de mais qualidade. Para lápis, recomendamos as marcas Staedtler ou Koh-I-Noor. Ambas possuem estojos com amplas variedade de rigidez de grafite (2H-HB-B-2B-4B-6B) lembrando que quanto mais “H” houver no nome, mais duro é o grafite, e quanto mais “B” mais macio seu traço vai ser. Espere um investimento de cerca de R$25~R$35 por 6 lápis de qualidade.

Borrachas

Embora ao longo do tempo você use utilize cada vez menos a borracha por sentir mais e mais segurança no traço, elas ainda são indispensáveis. De novo, a Fabber pode ser encontrada em diversos lugares, mas um investimento a mais é sempre melhor. Eu particularmente utilizo 2 borrachas sempre: uma branca básica Staedtler super macia e uma borracha caneta fina da Pentel. Ambas são super baratas (cerca de R$4 cada) e duram Borracha branca STAEDTLERbastante, mas é legal sempre ter em mãos refil para elas. Outra coisa q as vezes é indispensável é o gabarito chamado de “mata-gato” utilizado para corrigir pequenos erros sem apagar e estragar o restante do desenho. Esse sai por aproximadamente R$6

Canetas NanquimEstojo canetas Nankin descartaveis Staedtler 4 pcs

Minhas preferidas. Podem ser descartáveis ou tipo tinteiro, mas essas segundas são bem mais caras, então espere você estar fera para comprar uma delas. Um estojo da Staedtler com 4 canetas de expessuras diferentes sai por R$27 e vale cada centavo.

Dica: nunca deixe suas nanquins sem a tampa. Acabam por ressecar e vazar a tinta.

Marcadores

A upgrade das famosas canetinhas de infância! Cores muito mais leves, não “vaza” o papel e preenchem os espaços em branco sem sobrepor ou esconder os traços de naquim e grafite. São

Caneta Magic color estojo com 24 cores- SÉRIE OUROexcelentes para um colorir rápido, pois normalmente apresentam pontas duplas, sendo uma mais fina para detalhes e uma chanfrada para preenchimento. O barato dessas canetas são que as cores podem ser sobrepostas (depois da primeira cor secar, coisa de cerca de 30segundos ~1 minuto) e assim você pode formar novas paletas com as misturas. Mais em conta hoje aqui no brasil é a série gold da Magic Color. O estojo com 24 cores sai por R$70. Sim, é um pouco puxado e fica ainda mais puxado se você optar por mais cores ou pontas duplas, mas garantimos q vale cada centavo. Uma opção que me surpreendeu fora os novos marcadores da Bic, com o estojo de 36 cores por aproximadamente R$70. Esses eu só encontrei na Kalunga

Para guardar tudo!Estojo em curvim para lápis - 2 zíperes

E com esse tanto de material, tem q ter algo prático e rápido para carregar e organizar certo? uma boa opção são os estojos de curvim com ziper. Eles vem com repartições internas no estilo de páginas, com opções para 12, 26 ou 46 espaços para guardar lápis, canetas, marcadores, borrachas, etc, tudo seguro individualmente com elásticos. Vão desde R$23 até R$43

Outras bugigangas

Não são obrigatórios, mas itens como régua, compasso, gabarito de circunferências e um bom estilete sempre ajudam na hora de necessidade. Esses itens são relativamente baratos e você com o tempo vai percebendo o que realmente necessita e se encaixa no seu tipo de arte ou trabalho. Nem entramos aqui em aquarela ou outros tipos de pintura porquê nos estenderíamos muito, então deixamos isso para um próximo artigo, combinado?

Todos materiais que falamos nesse artigo podem ser encontrados nas melhores casas de arte ou papelarias especializadas, mas achamos que compensa muito mais comprar pela internet em lojas como O Projetista, ArteCamargo, Papelaria Real e Fruto de Arte pois você acha os melhores preços, muitas vezes com descontos para pagamento a vista e recebe tudo no conforto de casa.

Bacana? Então bora começar a rabiscar!

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TIPS! Desafio criativo lilicaripilica

Uma ótima maneira de você ganhar um iPhone 4S e um iPad2.

Cadastre-se aqui e mãos à obra!

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estúdio de criação?

O que seria um Estúdio de Criação? O que exatamente vocês criam? Com o que trabalham?

Essa é uma definição um pouco difícil para nós, e acho que a melhor maneira de responder é dizendo o que nós gostamos de criar.

E a resposta seria Absolutamente Tudo.

Um Estúdio de Criação é um lugar onde transformamos uma vontade em uma idéia e essa ideia em produto, seja ele estático ou dinâmico, virtual ou tocável, pequeno ou grande e etc.

Nosso trabalho é viver e conviver com a criatividade. Trabalhar com o desafio de direcionar a criação para qualquer forma de necessidade.

Gerar imagens de divulgação, publicidade, objetos, edifícios arquitetônicos, interiores, vídeos, espaços, ambientes,  filmes, músicas, idéias, textos e tudo o que precisa do lado direito do cérebro para passar a existir.

/Arte/Literatura/Ilustração/Desenhos/Design/Arquitetura/Cinema/Pintura/Música/Criação/

Tudo isso e mais um pouco, e nada disso e um pouco menos.

IMG

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Jovens Artistas #3 – Cinthia Dynamite

Do curso de design gráfico para moda. De uma agência de turismo para um estúdio fotográfico.

Só depois de toda essa jornada, Cinthia Saty Fuji – ou Cinthia Dynamite, como assina seus trabalhos – voltou para a ilustração e para o desenho, algo que já havia desistido a alguns anos atrás, por volta de seus 16. O ano decisivo foi 2010, quando decidiu que iria investir na área, se formando na Academia de Artes Quanta.

Seja seguindo os traços angelicais de Alphonse Mucha ou nas idéias surrealistas do grande mestre Hayao Miyazaki, o trabalho de Cinthia tem um “quê” de infância, de sonho; aqui nada de arestas pesadas ou contornos desnecessários. Muita cor e expressão dão conta do recado. As inspirações ainda se estendem para outros grandes nomes como Goro Fujita, Kevin Dart, Dice Tsutsumi, etc.

Se já manda bem no desenho, pintura e design gráfico, a garota ainda coloca as manguinhas de fora e parte para duas outras paixões: dança hip-hop a 8 anos e espalha um pouco de arte pelas ruas de São Paulo, grafitando sempre que pode.

Para o futuro, um livro infantil (escrito e ilustrado todo por ela) e dois curtas de animação. Se estático no papel já é espetacular, imagina animado?

Esperamos que o trabalho dela cresça cada vez mais! Valeu Cinthia!

Ah, não esquece de visitar o BLOG  e o SITE dela heim?

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Grandes Artistas #5 – Alan Moore

Muitas vezes é difícil escolher e apontar a pessoa que é o melhor em alguma coisa.

O melhor cineasta? O melhor arquiteto? O melhor ilustrador? Essas escolhas dependem muito do gosto pessoal de cada um, não?

Mas parece haver um consenso pelos aficionados por quadrinhos de que Alan Moore é a excelência da área (abro um parênteses para as obras de Frank Miller e Neil Gaiman, pois pessoalmente considero estes dois, junto com Moore, os panteões dos quadrinhos).

V de Vingança

Logicamente, alguém que escreve V de Vingança, Watchmen e A Liga Extraordinária não podeira ser normal. Inglês de Northampton, nascido em 1953, veio de família pobre e chegou a ser expulso do colégio aos 17 anos pelo uso de drogas.

Fazendo um bico aqui e outro ali, começou a publicar seus trabalhos em fanzines e revistas pouco conhecidas da inglaterra.

Em 79 começou a trabalhar para o jornal local Northants Post, escrevendo e desenhando semanalmente a tira Maxwell The Magic Cat, uma espécie de anti-garfield.

Nos anos 80 se une à revista 2000AD, considerada uma das melhores revistas sobre quadrinhos da inglaterra. De lá saía, por exemplo, a série Judge Dredd.

Em 82, junto com a revista Warrior, Moore, agora com liberdade criativa, mostrou o que viria ser uma obra prima: V de Vingança! A partir daí invadiu o mundo norte-americano dos quadrinhos, escrevendo Monstro do Pântano pela DC Comics, Constantine pela Vertigo e outras obras de renome, como From Hell, WatchmenA Liga Extraordinária, séries especiais para o Cavaleiro das Trevas e Superman.

Se existe um divisor de águas no mundo dos quadrinhos, esse é Alan Moore. Histórias adultas, direcionadas às realidades da época, traziam em cada um de seus roteiros características e qualidades específicas, sempre com o tom sombrio e violento, repleto de anti-heróis.

A obra de Moore merece um lugar especial na estante de qualquer um que se considere fã de quadrinhos, histórias e criatividade .

Monstro do Pântano

Piada Mortal

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INSPIRAÇÃO #13 – Postos de Gasolina

Posto de gasolina é tudo igual, certo?

Cobertura em aço com um logotipo enorme.

Vejamos…

Gas Station / Atelier SAD © Tomáš Souček

Diamond Gas Station, ca 1950s, location unknown Diamond Gas Station, ca 1950s, location unknown © Pedro E. Guerrero, Courtesy Edward Cella Art+Architecture

Gazoline Petrol Station / Damilano Studio Architects © Andrea Martiradonna

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6_Office dA Gas Station 2 © Jesse Ganes

7_Office dA Gas Station Brandon Baunach

Se fosse tudo igual não estaria na Inspiração da IMG.

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Toy Art

Brinquedos que não foram feitos  para crianças (pelo menos não as com menos de 14 anos). Brinquedos que não foram feitos para brincar e sim para guardar, cuidar, expor.

Nasceram em Hong Kong, pelas mãos do até então desconhecido Michael Lau. Diferentemente do que vemos hoje, os toys de Lau eram bonecos Gi-Joe customizados. A partir daí viraram mania. Diferentes dos brinquedos normais, Toy Arts saem em tiragem limitada (e muitas vezes em peças únicas e artesanais), possuem uma cultura de rua e foram feitos para se colecionar.

Não só um luxo de adultos descolados ou consumismo, os brinquedos levam a assinatura de ilustradores, grafiteiros, nomes do mundo da moda e outras figuras de várias áreas da criação e do design. Muitas vezes são criados a fim de criticar e ironizar um estilo de vida da sociedade atual, uma vertente política ou até mesmo para colocar em pauta alguma discussão relevante.

O legal de hoje é que com o crescimento dessa brincadeira de gente grande, é possível comprar os toys “em branco” (aqui), prontos para serem customizados da maneira que você quiser. Então, se você tem na veia a alma criativa, imagina que demais presentear algum com uma criação sua heim?

Além dos clássicos em vinil encontramos uma vertente interessante em pelúcia e tecido. Existe na net diversos sites que ensinam a customizar ou costurar seus próprios toys!

Ta esperando o quê? Pegue seus marcadores ou sua linha de costura e vá desestressar um pouco. Garantimos que faz bem!

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Tips! Guia do Mochileiro das Galáxias

Deitado em um campo a noite, bêbado e olhando o céu e com um Guia do Mochileiro para a Europa. Foi assim que Douglas Adams teve a idéia, em 1977, para um programa de rádio onde ao fim de cada episódio a terra era destruída de uma maneira inusitada.

A série fez tanto sucesso que rendeu a Douglas uma série de prêmios, além de se transformar em uma “trilogia” de 5 livros que conquistou o coração de aficionados por cultura geek, games, quadrinhos, etc.

Os livros contam a história de Arthur Dent, que descobre, minutos antes da terra ser destruída por uma raça alienígena, que seu melhor amigo é na verdade um extraterrestre. A trama se desenrola de tal maneira que Dent e seu colega conhecem o “presidente da galáxia”, um robô maníaco-depressivo e outros personagens que tripulam a nave “Coração de Ouro”. A partir daí todos partem no universo em busca da “Pegunta Fundamental da Vida, do Universo e Tudo Mais”, sempre guiados pelo incrível livro de viagens: O Guia do Mochileiro das Galáxias

A grande sacada é que o autor, de forma irônica e escrachada, constrói uma filosofia e pensamento cientifico próprio a cerca do cosmos e do universo, alem de expor, de maneira bem humorada, críticas a assuntos cotidianos como política, burocracia, as pessoas e suas manias. Além disso coloca em questão perguntas clássicas e filosóficas sobre nós: quem somos nós? Para onde estamos indo? O que é a existência?

Em 2005 a série foi para as telonas em uma versão cinematográfica espetacular, que conseguiu mais uma vez agregar novos milhares de fans.

Douglas Adams morreu em 11 de maio de 2001, aos 49 anos, de ataque cardíaco. Deixou como legado uma forma criativa de ver as problemáticas do mundo atual, interpretar as questões existenciais e encarar com humor a vida.

Aproveite que no Submarino a coleção está saindo hoje por apenas R$19,90 em comemoração ao dia do orgulho nerd.

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Tips! Moleskine

Um caderninho de anotações, de cantos arredondados, folhas de tom creme, elástico para mante-lo fechado (ou aberto em determinada página) e costura central. Diz a lenda que os blocos de anotações Moleskine foram utilizados por muitos pensadores famosos ao longo de séculos. Alguns dizem que é puro marketing.

O que na verdade importa é que sketchbooks, não obrigatoriamente  os Moleskine, são uma ferramenta excelente para manter a criatividade exercitada e em dia, realizar anotações e brainstorms pessoais, servir como caderno-guia de algum processo criativo ou até mesmo como hobby.

E não só de designers e ilustradores vivem as Moleskines. Da próxima vez q for viajar, ao invés de levar a câmera fotográfica, experimente comprar um sketchbook zero km; nele faça anotações, escreva pequenos textos, arrisques alguns desenhos de observações, faça colagens e colecione lembranças. Garanto que será uma experiência totalmente nova e prazerosa.

Aqui no Brasil, sketchbooks da marca Moleskine tem um preço salgado, mas existem boas alternativas. Dê uma olhada no site O Projetista e outros similares. Os valores vão desde R$9 em um formato A6 até R$50 para um formato A3. Já os originais Moleskine não saem por menos de R$50 no seu menor formato.

Vale a pena conferir alguns trabalhos desse hobby viciante!

Moleskine Art

Moleskine Art

Moleskine Art

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